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Vice-presidente da CAAB representa a instituição em evento que marcou os 25 anos da Ouvidoria do TJBA

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O vice-presidente da CAAB, Pedro Mascarenhas, representou a instituição na solenidade que marcou os 25 anos de atuação da Ouvidoria do Tribunal de Justiça da Bahia, onde proferiu a palestra ‘A importância da Ouvidoria no Judiciário da Bahia’. O evento ocorreu nesta quinta-feira (17/10), no auditório do TJBA, no Centro Administrativo da Bahia.
Em sua fala, Pedro Mascarenhas disse que a importância principal da ouvidoria é colocar o cidadão mais próximo da Justiça. “Acredito que esse distanciamento do cidadão com o judiciário atravanca a democracia e atrasa o processo legal. A ouvidoria com sua atuação une as partes e traz o processo para o cidadão, o ampara e acolhe”.
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“Hoje é um dia festivo, de alegria. Vejo com muita satisfação o papel da ouvidoria que ampara o cidadão. No entanto, é também um momento de muita análise e reflexão sobre como anda a nossa Justiça, em especial a de primeira instância”, ressaltou o vice-presidente lembrando o fechamento de comarcas no interior da Bahia. “Distanciar a Justiça de comunidades carentes com fechamento e comarcas é muito injusto”.
Pedro Mascarenhas também falou do descaso de alguns juízes de primeiro grau com o andamento de processos. “Hoje, convivemos com decisões de processo que levam mais de 12 anos. A falta de compromisso de alguns magistrados de primeiro grau prejudica o cidadão e atravanca a democracia”, finalizou lembrado Rui Barbosa, que afirmava que ‘Justiça tardia nada mais é do que injustiça institucionalizada’.
Na mesa, além de Pedro Mascarenhas, também estavam a desembargadora Maria da Graça Osório Pimentel Leal, 2ª vice-presidente do TJBA, o desembargador Augusto de Lima Brito, 1º vice-presidente do TJBA, a juíza ouvidora Marina Kümmer de Andrade, a juíza Andremara dos Santos, o desembargador Altair Lemos, presidente do Colégio Nacional dos Ouvidores Judiciais, Guilherme José de Carvalho, ouvidor adjunto do TJBA, e o chefe de gabinete da Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Ronaldo Pedron.
Clécio Max – Texto e fotos